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Alecrim pimenta inibe crescimento de bactéria alimentar

Da Agência FAPESP

Condição inflamatória sistêmica que se estabelece após infecções bacterianas, a sepse causa alta mortalidade em todo o mundo e tem possibilidades muito limitadas de tratamento. No entanto, um novo estudo realizado por cientistas brasileiros e britânicos desvendou importantes mecanismos fisiopatológicos da sepse, abrindo novas perspectivas terapêuticas.

O trabalho, publicado na semana passada na Nature Medicine, demonstrou que uma nova citocina – grupo de moléculas envolvidas na emissão de sinais entre as células durante o desencadeamento das respostas imunes – é capaz de preservar os mecanismos de defesa inatos do organismo, reduzindo a gravidade da condição inflamatória.

Camundongos com sepse experimental, tratados com a citocina IL-33, descoberta recentemente, tiveram um aumento no fluxo de neutrófilos – os primeiros leucócitos que migram para o local da infecção – e seus organismos combateram a infecção bacteriana com mais eficiência.

O artigo Interleukin-33 attenuates sepsis by enhancing neutrophil influx to the site of infection, de José Carlos Alves-Filho (doi:10.1038/nm.2156), pode ser lido por assinantes da Nature Medicine em:

http://www.nature.com/nm/journal/v16/n6/full/nm.2156.html